1- Historial do grupo
O Aquilo Teatro é uma cooperativa sem fins lucrativos, com sede no Largo do Torreão (Guarda) e que existe desde 1982.
Trata-se de um espaço aberto à comunidade onde se desenvolvem projectos nas várias linguagens artísticas (teatro, edições, música, multimédia, artes visuais, outras artes performativas, dinamização de programas de formação artística, festivais e outras manifestações de índole semelhante).
No “Aquilo” aprende-se a criar, a fazer, a estar com os outros e a ser. É um espaço onde os processos são mais importantes que o produto final. O “Aquilo” caracteriza-se por congregar energias criativas que ajudam a manter a vida cultural da região e canalizar o tempo livre dos jovens e adultos para actividades criativas de serviço à comunidade.
A qualidade do seu trabalho foi premiada na Mostra Portuguesa de Artes e Ideias, “Novos Valores da Cultura” e “ Teatro da Década”. Representou Portugal no Encontro de Teatro Contemporâneo de Mérida (Espanha), Bienal dos Jovens Criadores da Europa do Mediterrâneo (Marselha – França), Festival “Fabuleus 91” (Leuven – Bélgica), 1ª Mostra de Teatro Ibérico e Expressões Artísticas de Portugal (Nordeste do Brasil), Festival “Sete Sóis, Sete Luas” (Itália) e Festival “Hans Christian Andersen” (Dinamarca).
“Aquilo” deu também origem a mais dois grupos de teatro: “ Teatrinho do Lusco- Fusco” e Teatro da Vaca- Fria”.
TEATRO:
1982 “Mário ou eu próprio – o outro” de José Régio;
1982 “O visitador extraordinário” de Tomaz de Figueiredo;
1983 “Antes de começar”;
1983 “A posição de guerra” de Branquinho da Fonseca;
1983 “O desconcerto” de Jaime Salazar Sampaio;
1984 “Homem & Companhia” de Manuel Grangeio Crespo;
1984 “Amor a dois” de Manuel Grangeio Crespo;
1985 “Chamam ao telefone o Sr. Pirandello” de António Tabucchi;
1985 “Nana ina não ficas tu eu não” com coordenação de Joke Terpsma;
1986 “A Morte do Príncipe” com texto de Fernando Pessoa;
1986 “O Homem do V.W. branco da minha juventude” com excertos da obra homónima de Catherine Axelrad;
1987 “Uma mão deslizante, sábia no amor e invisível”, a partir de “Antinous” de Fernando Pessoa;
1988 “Van Gogh” de Vicente Sanches;
1989 “Quem dorme sob os ciprestes?” de Ivette K. Centeno;
1990 “Memória de sombras e de pedra” de Américo Rodrigues e Élia Fernandes;
1990 “Simple Simon” de Hans Cristian Andersen;
1991 “Sancho Pança, governador da ilha dos lagartos” de António José da Silva;
1992 “Relação verdadeira da espantosa fera que há tempos a esta parte tem parecido nas vizinhanças” de autor anónimo;
1993 “Diário de um louco” de Lu Xun;
1994 “Sonata de Brahms” de João Camilo;
1996 “Culpas” de Américo Rodrigues, a partir do Caderno de Culpas do Bispado da Guarda;
1997 “Como só sabemos dizer o indizível, com poesia” de E. M. de Melo e Castro;
1997 “Entremezes da filha prenhe” e “da morte bem sentida”, peça de marionetas, com texto de autores anónimos do séc. XVIII e encenação de Victor Amaral;
1998 “Cenas demasiado comuns e borboletas”, sob orientação do mimo- clown argentino Oswaldo Maggi;
1998 “Onde está o Tititi?” sob orientação do mimo- clown argentino Oswaldo Maggi;
1998 “Avarias”, com direcção do encenador britânico John Beedell;
1998 “D. Choramingão, Rei tristão no País da Confusão”, com encenação de Américo Rodrigues;
1999 “Do outro lado de cá”, sob orientação do encenador/actor Geraldo Tuchê;
1999 “E o céu a explodir por fim”, com encenação de Américo Rodrigues. esta peça é inspirada numa figura local “Maria Barraca”, artista dos panos de Sta. Bárbara;
1999 “Os desequilibristas ou por que estamos a chorar?”, sob orientação do mimo- clown argentino Oswaldo Maggi;
1999 “(Des)culpas”, com encenação de Américo Rodrigues integrada na exposição “Guarda História e Cultura Judaica”;
2000 Cómic-onferência “A tremenda importância do kazoo na evolução da consciência Humana”com encenação do mimo- clown argentino Oswaldo Maggi;
2000 “Almadelanu”, com texto e encenação de Victor Valente;
2000 “ Até o Anjo é da Guarda”, com texto e encenação de Américo Rodrigues, uma encomenda da Câmara da Guarda;
2000 “Assombro e Vento”, contos tradicionais na voz de Américo Rodrigues;
2000 “Táxi Trancoso”, com texto de Christian Geissler e encenação de Américo Rodrigues;
2001 “O Futuro está nos Ovos”, com texto de Eugené Ionesco e encenação de Américo Rodrigues;
2001 “Sem Cor”, com textos de Dario Scandura e encenação de Ana Dinis;
2001 “O Ouriço Caixeiro e a Libélula Patinadora ou o Amor Espacial com encenação e texto de Américo Rodrigues;
2002 “Bestiário” com encenação e texto de Américo Rodrigues;
2002 “Birras” com texto de Vicente Sanches e encenação de Jorge Alonso;
2002 “Uma Pedra na Mão” com texto de Américo Rodrigues e encenação de António Godinho;
2003 “O Mal”, a incrível estória do homem-macaco-português, texto e encenação de Américo Rodrigues, uma co-produção com a Câmara Municipal da Meda;
2003 “Agora a Cores”, texto de Rui Zink, dramaturgia e encenação de Rita de Azevedo, uma co-produção com o Instituto Politécnico da Guarda;
2003 “O Médico Volante”, texto de Molière e dramaturgia e encenação de Luís Nogueira. Uma Co-produção com a Escola Velha Teatro de Gouveia;
2004 “A vida atribulada de Insaciável III e último contada às criancinhas e explicada aos pais para governo da família e exemplo das nações”, criação colectiva com coordenação de Américo Rodrigues ;
2005 ”A Saga de Zacarias contra a Morte e o Diabo”, com texto e encenação de Moncho Rodriguez. Uma co-produção com o Teatro Municipal da Guarda;
2005 “A Família Ditirambos apresenta O Romance da Donzela Theodora”. Criação e texto de Moncho Rodriguez;
2005 ”A Aranha”, com texto de Manuel Poppe e dramaturgia e encenação de Moncho Rodriguez;
2006 “Quatro Vidas, quatro histórias, uma profissão”, quatro espectáculos de fantoches dedicados a escritores do distrito da Guarda: Augusto Gil, Virgílio Afonso, Nuno de Montemor e Rui de Pina. Recolha e concepção dos textos de Luísa Campos, Teresa Oliveira e Victor Amaral. Coordenação de Encenação Victor Amaral;
2006 “Êxodo Rural: Rural Industrial” com coordenação de encenação de Bernhard Bub;
2007 “A Cantora Careca” de Eugène Ionesco com encenação de Graeme Pulleyn;
2007 Espectáculo cortejo “Enterro do Entrudo” na cidade da Guarda. Uma produção de “Todos à Roda” (Aquilo Teatro, Centro Cultural de Famalicão e Associação Juvenil Raiz de Trinta);
2007 Peça de teatro “Rosbif de Anfíbios” com texto de Mário Henrique Leiria e encenação de Paulo Miranda. Resultado do exercício final do Atelier de Expressão Dramática na Guarda;
2007 Peça de teatro “A Bela Aurora”. Autor anónimo e encenação de Paulo Miranda. Resultado do exercício final do Atelier de Expressão Dramática em Fornos de Algodres;
2008 Espectáculo cortejo “Enterro do Entrudo” em Famalicão da Serra. Uma produção de “Todos à Roda” (Aquilo Teatro, Centro Cultural de Famalicão e Associação Juvenil Raiz de Trinta);
2008 Apresentação da peça de teatro “Clabedótch” com texto de vários autores e encenação de Paulo Miranda. Resultado do exercício final do Atelier de Expressão Dramática na Guarda;
2008 “Histórias em Papelão” com encenação de Osvaldo Maggi. Um espectáculo de criação colectiva.
2008 “As Orelhas do Compadre” com dramaturgia e encenação de Paulo Miranda.

2009 Espectáculo cortejo “A Paixão de Cristo” com encenação de João Manso. Uma co-produção do Aquilo Teatro, Teatro Charraz e Câmara Municipal do Sabugal.

2009 “Gregoire” com texto de Galo Porno, dramaturgia e encenação de João Louro.

2009 “Bulimundo: O conto da Codezinha e do Boi do Engenho” com dramaturgia e encenação de Paulo Miranda.Peça de teatro como resultado final do trabalho desenvolvido no 2º ano do Atelier de Expressão Dramática (2008/2009).

2009 “Faz de conto do Gin sem tónica” com texto de Mário Henrique Leiria e encenação de Paulo Miranda. Peça de teatro como resultado final do trabalho desenvolvido no 1º ano do Atelier de Expressão Dramática (2008/2009).

WORKSHOP / ACÇÃO DE FORMAÇÃO:
1998 Workshop de manipulação e construção de fantoches dirigido por Oswaldo Maggi;
1998 Curso de pintura com aguarela “uma experiência com cores”- dirigido por Ana Abreu;
1999 Curso de malabarismo- dirigido por Bernd Eckern;
1999 “Arte da palavra”- dirigido por Elke Scheuffele;
1999 Workshop de pintura de cara “face-painting”- dirigido por Melanie Reeg;
1999 Workshop “ Teatro de luz negra”- dirigido por Victor Valente;
1999 “ Som criativo”-dirigido por Oswaldo Maggi;
2000 “ Ser um Anjo da Guarda” – dirigido por Américo Rodrigues e Teresa Oliveira;
2000 “ Escultura; Forma e Movimento” – dirigido por Maria Lino;
2000 Workshop de Iluminação orientado por António Freixo;
2001 “Descobre o teu Clown” por Jorge Alonso;
2001 Workshop de Fotografia Experimental por Dario Scandura;
2001 “Corpos e Sons” por Ly Thanh Tiên e Regina Goerger;
2001 Workshop de Dança Butô por Regina Goerger;
2001 Workshop de Dança Contemporânea por Romulus Neagu;
2002 Workshop interdisciplinar “Espaço Entre Artes”, por Jorge Alonso;
2003 Workshop de Produção Teatral, orientado por Sónia Albuquerque;
2003 Workshop de Caracterização, orientado por Aurora Gaia;
2004 ”A máscara neutra e a regra dos três segundos”, orientado por Rui Nuno;
2004 “Cinema de Animação”, orientado por Brígida Ribeiro;
2005 Oficina de Movimento e Teatro – corpo poético, orientada por Luciano Amarelo;
2005 ”Aprenda Brincando”, atelier para crianças orientado por Marcos Pinto e João Manso;
2005/2006 Atelier de Expressão Plástica: Reinventar a Arte, orientado por Teresa Oliveira. Atelier permanente;
2006/2007 Atelier de Expressão Dramática, orientado por Paulo Miranda. Atelier permanente;
2007 Formação na área de construção com espuma flexível de poliuterano., no âmbito do projecto “Todos à Roda” para o espectáculo de rua “Enterro do Entrudo”. Formador: Nuno Theias do Centro de Artes (No Mundo da Lua – Estoril);
2007 Formação na área de moldes e múltiplos em borracha, no âmbito do projecto “Todos à Roda” para o espectáculo de rua “Enterro do Entrudo”. Formador: Nuno Theias do Centro de Artes (No Mundo da Lua – Estoril);
2007 Formação na área de construção da máscara teatral, no âmbito do projecto “Todos à Roda” para o espectáculo de rua “Enterro do Entrudo”. Formadora: Teresa Oliveira
2007 Formação na área de criação e construção de figurinos e adereços, no âmbito do projecto “Todos à Roda” para o espectáculo de rua “Enterro do Entrudo”.
2007 Formação na área de trabalho de actor, no âmbito do projecto “Todos à Roda” para o espectáculo de rua “Enterro do Entrudo”. Formador: Graeme Pulleyn.2006/2007 Atelier de Expressão Plástica: Reinventar a Arte, orientado por Teresa Oliveira. Atelier permanente;
2007 Atelier de Dança Contemporânea, orientado por Rui Rodrigues;
2007/2008 Atelier de Expressão Dramática, orientado por Paulo Miranda. Atelier permanente;
2008 Atelier de construção e manipulação de fantoches orientado por Osvaldo Maggi;
2009 Atelier de Expressão Dramática orientado por Paulo Miranda. (1º e 2º Ano)
EDIÇÃO / LIVRO:
1998 “Cinco novos poetas da Guarda”, por Américo Rodrigues; António Godinho; Carlos Tenreiro; Jorge Maximino e José M. S. Louro;
2000 “O Mundo dos Outros”, de Américo Rodrigues;
2000 “Até o Anjo é da Guarda!”, de Américo Rodrigues;
2001 “Labirintos” de António Godinho;
2001 Fanzine “UPS!” # 1, com coordenação de Brígida Ribeiro e João Louro;
2002 “Entre o Silêncio e o Fogo” de Manuel A. Domingos;
2002 “Introdução à Anatomia das Sereias e Outros Poemas” de Luís Pedro de Almeida;
2002 “Aleph Azul”, de Susana Celina Augusto;
2002 “Uma Pedra na Mão”, de Américo Rodrigues com desenhos de Maria Lino e ementa de António Lino;
2003 “O Mal”, a incrível estória do homem-macaco-português, de Américo Rodrigues com desenhos de Kim Prisu e ementa de António Lino;
2003 Fanzine “UPS!” # 2, coordenação de João Louro;
2003 Caixa/Livro: A Tremenda Importância do Kazoo na Evolução da Consciência Humana”, de Américo Rodrigues, com ilustrações de João Louro;
2003 “A Noite Obscura”, um drama nô ibérico, de António Godinho;
2003 José Augusto de castro: O “Idealista Rebelde” de Américo Rodrigues;
2004 “Boca de Incêndio” n.º 1, revista cultural, com coordenação de Américo Rodrigues e António Godinho;
2005 “Boca de Incêndio” n.º2, com coordenação de Américo Rodrigues, António Godinho e Maria Lino;
2005 “Boca de Incêndio” n.º3, com coordenação de Américo Rodrigues, António Godinho e Maria Lino;
2006 Fanzine “UPS!” # 3, coordenação de Brígida Ribeiro e João Louro;
2006 “Boca de Incêndio” n.º4 e n.º5, com coordenação de Américo Rodrigues, António Godinho e Maria Lino;
2007 Fanzine “UPS!” #4, com coordenação de Brígida Ribeiro e João Louro.
EDIÇÃO / CD:
2000 “O Despertar do Funâmbulo”, poesia sonora por Américo Rodrigues;
2000 “ora doba doba deira doba”, cantares tradicionais por Júlia da Costa Fonseca acampanhados por uma paisagem sonora de Américo Rodrigues;
2001 “Ti Ho Incontrata a Barracão”, um CD de música, poesia e paisagem sonora, encontra-se narrado em italiano (Riccardo Massari) e em português (Américo Rodrigues). Co-produzido com a Creamgardem/JDK Productions;
2002 “O Tamborleiro da Raia” de Manuel Zé Soiteiro, co-produzido com a Comissão de Festas da Nossa Senhora dos Milagres e Junta de Freguesia de Aldeia do Bispo-Sabugal;
2003 “Canções do Ceguinho”, de César Prata;
2004 “A morte do príncipe D. Afonso e outros romances tradicionais da Guarda” de Teresa Aurora Gonçalves.
MÚSICA:
2001 “Interferências” de João Louro e Luís Andrade;
2002 “Canções do Ceguinho” de César Prata;
2003 Orquestra Sinfrónica de Kazoos da Guarda, com Direcção Musical de Élia Fernandes e Direcção Artística de Américo Rodrigues;
2003 “Canções de todo o Ano” dos Chuchurumel (César Prata e Julieta Silva).
POESIA SONORA:
1999 Festival de Poesia Sonora “Correntes de Ar”, com participação de Eduard Escoffet, Philadelpho Menezes, Julien Blaine, Jaap Blonk, Américo Rodrigues e Enzo Minarelli;
2001 “Pelagus” de Américo Rodrigues e Ly Thanh Tiên;
2001 “Como um relâmpago…” de Américo Rodrigues;
2001 “Chamamento” de Américo Rodrigues;
2001 Festival de Poesia sonora “Correntes de Ar”, com participação de Yukiko Nakamura, Ly Thanh Tiên, Fernando Aguiar, Miguel Azguime, Arnaldo Antunes, David Moss e Valeri Scherstjanoi.
CONFERÊNCIA / DEBATE:
2003 “Comunicação Mediática e Cultura”, no âmbito da co-produção “Agora a Cores”. Oradores: Rui Zink, Joaquim Fidalgo, João Mendonça, Luís Nogueira, João Correia. Moderador: Victor Amaral.
CO-ORGANIZAÇÃO:
2002 “Festa do Livro da Guarda”. Aquilo Teatro e Jornal “O Interior”.
2004 XV Festival Internacional de Teatro da Guarda. Aquilo, Câmara Municipal da Guarda e Núcleo de Animação Cultural.
2007 Espectáculo cortejo “Enterro do Entrudo” (Guarda), um projecto “Todas à Roda”. Aquilo Teatro, Centro Cultural de Famalicão, Raiz de Trinta- Associação Juvenil, Câmara Municipal da Guarda e Núcleo de Animação Cultural. Mais informações: www.todosaroda.org
2008 Espectáculo cortejo “Enterro do Entrudo” (Famalicão da Serra), um projecto “Todas à Roda”. Aquilo Teatro, Centro Cultural de Famalicão, Raiz de Trinta- Associação Juvenil. Mais informações: www.todosaroda.org
















































