AQUILO TEATRO


1- Historial do grupo

Publicado em 1 por aquiloteatro no / na Julho 29, 2008

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O Aquilo Teatro é uma cooperativa sem fins lucrativos, com sede no Largo do Torreão (Guarda) e que existe desde 1982.

Trata-se de um espaço aberto à comunidade onde se desenvolvem projectos nas várias linguagens artísticas (teatro, edições, música, multimédia, artes visuais, outras artes performativas, dinamização de programas de formação artística, festivais e outras manifestações de índole semelhante).

No “Aquilo” aprende-se a criar, a fazer, a estar com os outros e a ser. É um espaço onde os processos são mais importantes que o produto final. O “Aquilo” caracteriza-se por congregar energias criativas que ajudam a manter a vida cultural da região e canalizar o tempo livre dos jovens e adultos para actividades criativas de serviço à comunidade.

A qualidade do seu trabalho foi premiada na Mostra Portuguesa de Artes e Ideias, “Novos Valores da Cultura” e “ Teatro da Década”. Representou Portugal no Encontro de Teatro Contemporâneo de Mérida (Espanha), Bienal dos Jovens Criadores da Europa do Mediterrâneo (Marselha – França), Festival “Fabuleus 91” (Leuven – Bélgica), 1ª Mostra de Teatro Ibérico e Expressões Artísticas de Portugal (Nordeste do Brasil), Festival “Sete Sóis, Sete Luas” (Itália) e Festival “Hans Christian Andersen” (Dinamarca).

“Aquilo” deu também origem a mais dois grupos de teatro: “ Teatrinho do Lusco- Fusco” e Teatro da Vaca- Fria”.

 

 

TEATRO:

1982 “Mário ou eu próprio – o outro” de José Régio;

 

1982 “O visitador extraordinário” de Tomaz de Figueiredo;

1983 “Antes de começar”;

1983 “A posição de guerra” de Branquinho da Fonseca;

1983 “O desconcerto” de Jaime Salazar Sampaio;

 

1984 “Homem & Companhia” de Manuel Grangeio Crespo;

1984 “Amor a dois” de Manuel Grangeio Crespo;

 

1985 “Chamam ao telefone o Sr. Pirandello” de António Tabucchi;

 

1985 “Nana ina não ficas tu eu não” com coordenação de Joke Terpsma;

 

1986 “A Morte do Príncipe” com texto de Fernando Pessoa;

1986 “O Homem do V.W. branco da minha juventude” com excertos da obra homónima de Catherine Axelrad;

1987 “Uma mão deslizante, sábia no amor e invisível”, a partir de “Antinous” de Fernando Pessoa;

1988 “Van Gogh” de Vicente Sanches;

 

1989 “Quem dorme sob os ciprestes?” de Ivette K. Centeno;

 

1990 “Memória de sombras e de pedra” de Américo Rodrigues e Élia Fernandes;

1990 “Simple Simon” de Hans Cristian Andersen;

1991 “Sancho Pança, governador da ilha dos lagartos” de António José da Silva;

 

1992 “Relação verdadeira da espantosa fera que há tempos a esta parte tem parecido nas vizinhanças” de autor anónimo;

1993 “Diário de um louco” de Lu Xun;

 

1994 “Sonata de Brahms” de João Camilo;

 

1996 “Culpas” de Américo Rodrigues, a partir do Caderno de Culpas do Bispado da Guarda;

1997 “Como só sabemos dizer o indizível, com poesia” de E. M. de Melo e Castro;

1997 “Entremezes da filha prenhe” e “da morte bem sentida”, peça de marionetas, com texto de autores anónimos do séc. XVIII e encenação de Victor Amaral;

1998 “Cenas demasiado comuns e borboletas”, sob orientação do mimo- clown argentino Oswaldo Maggi;

1998 “Onde está o Tititi?” sob orientação do mimo- clown argentino Oswaldo Maggi;

 

1998 “Avarias”, com direcção do encenador britânico John Beedell;

1998 “D. Choramingão, Rei tristão no País da Confusão”, com encenação de Américo Rodrigues;

1999 “Do outro lado de cá”, sob orientação do encenador/actor Geraldo Tuchê;

 

1999 “E o céu a explodir por fim”, com encenação de Américo Rodrigues. esta peça é inspirada numa figura local  “Maria Barraca”, artista dos panos de Sta. Bárbara;

1999 “Os desequilibristas ou por que estamos a chorar?”, sob orientação do mimo- clown argentino Oswaldo Maggi;

 

1999 “(Des)culpas”, com encenação de Américo Rodrigues integrada na exposição “Guarda História e Cultura Judaica”;

2000 Cómic-onferência “A tremenda importância do kazoo na evolução da consciência Humana”com encenação do mimo- clown argentino Oswaldo Maggi;

2000 “Almadelanu”, com texto e encenação de Victor Valente;

2000 “ Até o Anjo é da Guarda”, com texto e encenação de Américo Rodrigues, uma encomenda da Câmara da Guarda;

 

2000 “Assombro e Vento”, contos tradicionais na voz de Américo Rodrigues;

2000 “Táxi Trancoso”, com texto de Christian Geissler e encenação de Américo Rodrigues;

2001 “O Futuro está nos Ovos”, com texto de Eugené Ionesco e encenação de Américo Rodrigues;

 

2001  “Sem Cor”, com textos de Dario Scandura e encenação de Ana Dinis;

 

2001   “O Ouriço Caixeiro e a Libélula Patinadora ou o Amor Espacial com encenação e texto de Américo Rodrigues;

 

2002  “Bestiário” com encenação e texto de Américo Rodrigues;

 

2002  “Birras” com texto de Vicente Sanches e encenação de  Jorge Alonso;

 

2002   “Uma Pedra na Mão” com texto de Américo Rodrigues e encenação de António Godinho;

 

2003   “O Mal”, a incrível estória do homem-macaco-português, texto e encenação de Américo Rodrigues, uma co-produção com a Câmara Municipal da Meda;

 

2003  “Agora a Cores”, texto de Rui Zink, dramaturgia e encenação de Rita de Azevedo, uma co-produção com o Instituto Politécnico da Guarda;

 

2003  “O Médico Volante”, texto de Molière e dramaturgia e encenação de Luís Nogueira. Uma Co-produção com a Escola Velha Teatro de Gouveia;

 

2004  “A vida atribulada de Insaciável III e último contada às criancinhas e explicada aos pais para governo da família e exemplo das nações”, criação colectiva com coordenação de Américo Rodrigues ;

 

2004  Performance “Acção-Reacção”. A partir do desafio da Mediateca VIII Centenário e música de Víctor Afonso, o Aquilo apresentou três performances em várias linguagens artísticas, com a participação de Ana Dinis, Bruno Fernandes,  Luciano Amarelo, Teresa Oliveira e Daniel Pereira.
2004  “A Invasão dos Marcianos”, teatro radiofónico, a partir de “A Guerra dos Mndos”, de H.G. Wells;
2005   “O Belo Indiferente”, texto de Jean Cocteau, dramaturgia de Luís Nogueira e encenação de António Saraiva;

 

2005  ”A Saga de Zacarias contra a Morte e o Diabo”, com texto e encenação de Moncho Rodriguez. Uma co-produção com o Teatro Municipal da Guarda;

2005   “A Família Ditirambos apresenta O Romance da Donzela Theodora”. Criação e texto de Moncho Rodriguez;

2005  ”A Aranha”, com texto de Manuel Poppe e dramaturgia e encenação de Moncho Rodriguez;

2006   “Quatro Vidas, quatro histórias, uma profissão”, quatro espectáculos de fantoches dedicados a escritores do distrito da Guarda: Augusto Gil, Virgílio Afonso, Nuno de Montemor e Rui de Pina. Recolha e concepção dos textos de Luísa Campos, Teresa Oliveira e Victor Amaral. Coordenação de Encenação Victor Amaral;

2006 “Êxodo Rural: Rural Industrial” com coordenação de encenação de Bernhard Bub;

2007 “A Cantora Careca” de Eugène Ionesco com encenação de Graeme Pulleyn;

2007 Espectáculo cortejo “Enterro do Entrudo” na cidade da Guarda. Uma produção de “Todos à Roda” (Aquilo Teatro, Centro Cultural de Famalicão e Associação Juvenil Raiz de Trinta);

2007 Peça de teatro “Rosbif de Anfíbios” com texto de Mário Henrique Leiria e encenação de Paulo Miranda. Resultado do exercício final do Atelier de Expressão Dramática na Guarda;

2007 Peça de teatro “A Bela Aurora”. Autor anónimo e encenação de Paulo Miranda. Resultado do exercício final do Atelier de Expressão Dramática em Fornos de Algodres;

2008 Espectáculo cortejo “Enterro do Entrudo” em Famalicão da Serra. Uma produção de “Todos à Roda” (Aquilo Teatro, Centro Cultural de Famalicão e Associação Juvenil Raiz de Trinta);

2008 Apresentação da peça de teatro “Clabedótch” com texto de vários autores e encenação de Paulo Miranda. Resultado do exercício final do Atelier de Expressão Dramática na Guarda;

2008 “Histórias em Papelão” com encenação de Osvaldo Maggi. Um espectáculo de criação colectiva.

2008 “As Orelhas do Compadre” com dramaturgia e encenação de Paulo Miranda.

 

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2009 Espectáculo cortejo “A Paixão de Cristo” com encenação de João Manso. Uma co-produção do Aquilo Teatro, Teatro Charraz e Câmara Municipal do Sabugal.

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2009 “Gregoire” com texto de Galo Porno, dramaturgia e encenação de João Louro.

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2009 “Bulimundo: O conto da Codezinha e do Boi do Engenho” com dramaturgia e encenação de Paulo Miranda.Peça de teatro como resultado final do trabalho desenvolvido no 2º ano do Atelier de Expressão Dramática (2008/2009).

BULIMUNDO Blog

2009 “Faz de conto do Gin sem tónica” com texto de Mário Henrique Leiria e encenação de Paulo Miranda. Peça de teatro como resultado final do trabalho desenvolvido no 1º ano do Atelier de Expressão Dramática (2008/2009).

FAZ DE CONTO Blog

WORKSHOP / ACÇÃO DE FORMAÇÃO:

1998 Workshop de manipulação e construção de fantoches dirigido por Oswaldo Maggi;

1998 Curso de pintura com aguarela “uma experiência com cores”- dirigido por Ana Abreu;

1999 Curso de malabarismo- dirigido por Bernd Eckern;

1999 “Arte da palavra”- dirigido por Elke Scheuffele;

1999 Workshop de pintura de cara “face-painting”- dirigido por Melanie Reeg;

1999 Workshop “ Teatro de luz negra”- dirigido por Victor Valente;

1999 “ Som criativo”-dirigido por Oswaldo Maggi;

2000 “ Ser um Anjo da Guarda” – dirigido por Américo Rodrigues e Teresa Oliveira;

2000 “ Escultura; Forma e Movimento” – dirigido por Maria Lino;

2000 Workshop de Iluminação orientado por António Freixo;

2001 “Descobre o teu Clown” por Jorge Alonso;

2001 Workshop de Fotografia Experimental por Dario Scandura;

2001  “Corpos e Sons” por Ly Thanh Tiên e Regina Goerger;

2001  Workshop de Dança Butô por Regina Goerger;

2001  Workshop de Dança Contemporânea por Romulus Neagu;

2002  Workshop interdisciplinar “Espaço Entre Artes”, por Jorge Alonso;

2003  Workshop de Produção Teatral, orientado por Sónia Albuquerque;

2003  Workshop de Caracterização, orientado por Aurora Gaia;

2004  ”A máscara neutra e a regra dos três segundos”, orientado por Rui Nuno;

2004  “Cinema de Animação”, orientado por Brígida Ribeiro;

2005  Oficina de Movimento e Teatro – corpo poético, orientada por Luciano Amarelo;

2005 ”Aprenda Brincando”, atelier para crianças orientado por Marcos Pinto e João Manso;

2005/2006 Atelier de Expressão Plástica: Reinventar a Arte, orientado por Teresa Oliveira. Atelier permanente;

2006/2007 Atelier de Expressão Dramática, orientado por Paulo Miranda. Atelier permanente;

2007 Formação na área de construção com espuma flexível de poliuterano., no âmbito do projecto “Todos à Roda” para o espectáculo de rua “Enterro do Entrudo”. Formador: Nuno Theias do Centro de Artes (No Mundo da Lua – Estoril);

2007 Formação na área de moldes e múltiplos em borracha, no âmbito do projecto “Todos à Roda” para o espectáculo de rua “Enterro do Entrudo”. Formador: Nuno Theias do Centro de Artes (No Mundo da Lua – Estoril);

2007 Formação na área de construção da máscara teatral, no âmbito do projecto “Todos à Roda” para o espectáculo de rua “Enterro do Entrudo”. Formadora: Teresa Oliveira

2007 Formação na área de criação e construção de figurinos e adereços, no âmbito do projecto “Todos à Roda” para o espectáculo de rua “Enterro do Entrudo”.

2007 Formação na área de trabalho de actor, no âmbito do projecto “Todos à Roda” para o espectáculo de rua “Enterro do Entrudo”. Formador: Graeme Pulleyn.2006/2007 Atelier de Expressão Plástica: Reinventar a Arte, orientado por Teresa Oliveira. Atelier permanente;

2007 Atelier de Dança Contemporânea, orientado por Rui Rodrigues;

2007/2008 Atelier de Expressão Dramática, orientado por Paulo Miranda. Atelier permanente;

2008 Atelier de construção e manipulação de fantoches orientado por Osvaldo Maggi;

2009 Atelier de Expressão Dramática orientado por Paulo Miranda. (1º e 2º Ano)

 

 

EDIÇÃO / LIVRO:

1998 “Cinco novos poetas da Guarda”, por Américo Rodrigues; António Godinho; Carlos Tenreiro; Jorge Maximino e José M. S. Louro;

2000 “O Mundo dos Outros”, de Américo Rodrigues;

2000 “Até o Anjo é da Guarda!”, de Américo Rodrigues;

2001 “Labirintos” de António Godinho;

2001 Fanzine “UPS!” # 1, com coordenação de Brígida Ribeiro e João Louro;

2002 “Entre o Silêncio e o Fogo” de Manuel A. Domingos;

2002 “Introdução à Anatomia das Sereias e Outros Poemas” de Luís Pedro de Almeida;

2002  “Aleph Azul”, de Susana Celina Augusto;

2002 “Uma Pedra na Mão”, de Américo Rodrigues com desenhos de Maria Lino e ementa de António Lino;

2003  “O Mal”, a incrível estória do homem-macaco-português, de Américo Rodrigues com desenhos de Kim Prisu e ementa de António Lino;

2003 Fanzine “UPS!” # 2, coordenação de João Louro;

2003 Caixa/Livro: A Tremenda Importância do Kazoo na Evolução da Consciência Humana”, de Américo Rodrigues, com ilustrações de João Louro;

2003  “A Noite Obscura”, um drama nô ibérico, de António Godinho;

2003  José Augusto de castro: O “Idealista Rebelde” de Américo Rodrigues;

2004  “Boca de Incêndio” n.º 1, revista cultural, com coordenação de Américo Rodrigues e António Godinho;

2005  “Boca de Incêndio” n.º2, com coordenação de Américo Rodrigues, António Godinho e Maria Lino;

2005  “Boca de Incêndio” n.º3, com coordenação de Américo Rodrigues, António Godinho e Maria Lino;

2006 Fanzine “UPS!” # 3, coordenação de Brígida Ribeiro e João Louro;

2006 “Boca de Incêndio” n.º4 e n.º5, com coordenação de Américo Rodrigues, António Godinho e Maria Lino;

2007 Fanzine “UPS!” #4, com coordenação de Brígida Ribeiro e João Louro.

 

EDIÇÃO / CD:

2000 “O Despertar do Funâmbulo”, poesia sonora por Américo Rodrigues;

2000 “ora doba doba deira doba”, cantares tradicionais por Júlia da Costa Fonseca acampanhados por uma paisagem sonora de Américo Rodrigues;

2001 “Ti Ho Incontrata a Barracão”, um CD de música, poesia e paisagem sonora, encontra-se narrado em italiano (Riccardo Massari) e em português (Américo Rodrigues). Co-produzido com a Creamgardem/JDK Productions;

2002 “O Tamborleiro da Raia” de Manuel Zé Soiteiro, co-produzido com a Comissão de Festas da Nossa Senhora dos Milagres e Junta de Freguesia de Aldeia do Bispo-Sabugal;

2003 “Canções do Ceguinho”, de César Prata;

2004  “A morte do príncipe D. Afonso e outros romances tradicionais da Guarda” de Teresa Aurora Gonçalves.

 

 

MÚSICA:

2001 “Interferências” de João Louro e Luís Andrade;

2002 “Canções do Ceguinho” de César Prata;

2003 Orquestra Sinfrónica de Kazoos da Guarda, com Direcção Musical de Élia Fernandes e Direcção Artística de Américo Rodrigues;

2003 “Canções de todo o Ano” dos Chuchurumel (César Prata e Julieta Silva).

 

 

 

 
EXPOSIÇÕES:
 
 2001 Exposição de Fotografia Experimental de Dario Scandura.
2003 Exposição “A B.D. A P.B.” (a banda desenhada a preto e branco).A exposição reuniu Bd’s de Luís Lázaro, Miguel Rocha, João Fonte Santa, Ana Cortesão, Pedro Amaral e Alice Geirinhas, apresentou também histórias de André Lemos, Rafael Gouveia e Filipe Abranches criadas para a UPS!, as quais acompanhadas de respectiva narração, inseridos numa banda sonora construída e idealizada por um musico convidado( Victor Afonso, Rodrigo Pinheiro e Luís Andrade)2006 “Reinventar a Arte”. Exposição no âmbito do atelier de crianças Reinventar a Arte. José de Guimarães foi o artista escolhido.
2006 “Tecidoteca”. Exposição de Joana Oliveira Paiva, que expõe desenhos e arte digital feita em Photoshop e impressa em tela.
2006 “Palimpsestos Sibilinos”. Exposição de Teresa Oliveira
2007 “Aquilo À Mostra!”. 2ª Exposição de trabalhos dos cooperantes do Aquilo Teatro.
2007 “Reinventar a Arte”. 2ª Exposição no âmbito do atelier de crianças Reinventar a Arte. Joan Miro foi o artista escolhido.
   

POESIA SONORA: 

1999 Festival de Poesia Sonora “Correntes de Ar”, com participação de Eduard Escoffet, Philadelpho Menezes, Julien Blaine, Jaap Blonk, Américo Rodrigues e Enzo Minarelli;

2001 “Pelagus” de Américo Rodrigues e Ly Thanh Tiên;

2001 “Como um relâmpago…” de Américo Rodrigues;

2001 “Chamamento” de Américo Rodrigues;

2001 Festival de Poesia sonora “Correntes de Ar”, com participação de Yukiko Nakamura, Ly Thanh Tiên, Fernando Aguiar, Miguel Azguime, Arnaldo Antunes, David Moss e Valeri Scherstjanoi.

 

 

 

CONFERÊNCIA / DEBATE:

 

2003 “Comunicação Mediática e Cultura”, no âmbito da co-produção “Agora a Cores”. Oradores: Rui Zink, Joaquim Fidalgo, João Mendonça, Luís Nogueira, João Correia. Moderador: Victor Amaral.

 

 

 

 

CO-ORGANIZAÇÃO:

 

2002 “Festa do Livro da Guarda”. Aquilo Teatro e Jornal “O Interior”.

2004 XV Festival Internacional de Teatro da Guarda. Aquilo, Câmara Municipal da Guarda e Núcleo de Animação Cultural.

2007 Espectáculo cortejo “Enterro do Entrudo” (Guarda), um projecto “Todas à Roda”. Aquilo Teatro, Centro Cultural de Famalicão, Raiz de Trinta- Associação Juvenil, Câmara Municipal da Guarda e Núcleo de Animação Cultural. Mais informações: www.todosaroda.org

2008 Espectáculo cortejo “Enterro do Entrudo” (Famalicão da Serra), um projecto “Todas à Roda”. Aquilo Teatro, Centro Cultural de Famalicão, Raiz de Trinta- Associação Juvenil. Mais informações: www.todosaroda.org

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